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Aviação | ||||||||||||||||||||||||||||||||||
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![]() Ano: 1964
A Fuinha: O General Dynamics F-111 é um caça-bombardeiro tático capaz de velocidades supersônicas. Ele pode operar em altitudes de mais de 60.000 ft (18.200 m). Suas asas de geometria variável permitem ao piloto voar bem devagar durante a aproximação para a pista ou com velocidades de duas vezes a do som em grandes altitudes. Elas variam de 16 graus (na abertura máxima) a 72.5 graus (no maior enflechamento). A tripulação de dois membros senta lado a lado em uma cabine pressiurizada que serve como veículo de escape em situações de emergência. Ao invés do uso de assentos ejetáveis, toda a cabine é lançada. O módulo desceria de pára-quedas e air-bags seriam inflados na parte de baixo da capsula, para amenizar a queda e faze-la flutuar sobre a água. O F-111 pode carregar tanto armamento convencional como artefatos nucleares, levando até duas bombas ou combustível no compartimento interno e quatro pontos fixos sob as asas. Os aviônicos incluem sistemas de comunicação e navegação, acompanhamento de terreno, aquisição e ataque de alvos e sistemas de supressão de defesas. Seu sistema de acompanhamento de terreno permite a aeronave voar muito rápido em baixas altitudes, junto com o contorno do terreno. O Aardvark é uma das aeronaves que causou mais contravenções no mundo, mas tornou-se altamente efetivo e seguro. O F-111 é o resultado de um difícil desenvolvimento de uma aeronave comum entre a Marinha e a Força Aérea Americana. O programa chamado TFX (Tactical Fighter Experimental – Caça Tático Experimental) deveria projetar um avião de ataque supersônico para a USAF e ao mesmo tempo ser um interceptador de longo alcance que seria operado nos porta-aviões da Marinha. Após muito tempo e dinheiro gasto percebeu-se que era impossível a realização de tal aeronave, principalmente pelos privilégios que foram dados à USAF no seu desenho. O primeiro YF-111A voou em 21 de dezembro de 1964; seguiram-se dezessete aparelhos de pré-série e 141 de linha de produção, chamados F-111A Esses primeiros modelos tiveram terríveis problemas nos motores, sofrendo principalmente estol nos compressores. Pilotos e engenheiros da NASA "quebraram a cabeça" na tentativa de resolver esses defeitos, estudando a entrada de ar e a parte interna dos motores. Como resultado, a USAF e General Dynamics fizeram um redesenho total das entradas de ar dos motores. A variante naval F-111B só dava problemas, e sua produção foi paralisada com apenas nove exemplares construídos. O único comprador estrangeiro foi a Austrália, que recebeu 24 aviões designados F-111C, com envergadura maior que a do F-111 A, trem de pouso reforçado e oito cabides sob as asas, em vez de só quatro. A entrega, porém, só se deu em 1978, com dez anos de atraso. O modelo F-111D possuía melhores aviônicos com melhor navegação, sistemas de armas ar-ar e novos motores turbofans. O modelo F-111E possuía entradas de ar ainda mais modificadas para melhor a performance do motor em velocidades acima de Mach 2.2. A maioria dos F-111E serviu à 20th Fighter Wing, em Upper Heyford (Inglaterra) como apoio a OTAN em tempo de guerra. Esses aviões também foram movidos para a base de Incirlik, Turquia, para serem usados na Operação Desert Storm. No início da madrugada de 17 de Janeiro de 1991, os modelos E entraram em combate nos primeiros ataques da operação. O F-111F foi a versão final do Aardvark, a única que conseguiu cumprir totalmente o projeto TFX para a USAF. Possuía motores 35% mais potentes que das versões anteriores, com aviônicos bem melhorados. Carregavam o sistema de designação à laser Pave Track dentro do compartimento interno de bombas. Seu registro de combate no Vietnã, sua participação no ataque norte-americano à Líbia, em 1986, e sua campanha no Iraque durante a Operação "Tempestade no Deserto" demonstraram sua precisão como bombardeiro tático em qualquer tempo. O F-111 foi retirado de serviço na USAF no final de 1995, após serem produzidos 563 aeronaves, sendo trocado por F-16C/D
Características Gerais: Motores: Dois turbofans com pós-combustão Pratt & Whitney TF30-P-103 com 8.325 kg (modelos A/E), 8.820 kg (modelo D) e 11.250 kg (modelo F); Velocidades: Nível do Mar: Mach 1.2 / Grandes Altitudes: Mach 2.5; Teto de serviço: Por volta de 60.000 ft (18.200 m); Alcance: 4.700 km; Pesos: Vazio: 21.367 kg / Máximo na decolagem: 45.000 kg; Envergadura: 19.20 m (enflechamento mínimo) 9.75 m (enflechamento máximo); Área das asas: 48.75 m2; Comprimento: 22.40 m; Altura: 5.20 m; Armamento: 14.230 kg em armamentos como 20 CBU-52/59/71, 8 CBU-87/89, 20 MK-20 Rockeye II ou 4 BL-755
O Airbus A380, construído pela Airbus S.A.S. (EADS Systems), é o maior avião comercial de passageiros da história. O avião, chamado frequentemente de Superjumbo, fez seu primeiro vôo experimental em 27 de Abril de 2005 em Toulouse, França.O A380 consumiu mais de dez anos e cerca de 12 bilhões de euros (R$ 35,1 bilhões) para ser desenvolvido. O avião gigante, que fez o seu vôo inaugural no final de abril, foi a estrela da Paris Air Show, feira no campo aéreo de Le Bourget, nos arredores de Paris (França).
![]() O Aermacchi MB-339 é uma aeronave monomotora a jato para o treinamento militar desenvolvida pela companhia italiana Aermacchi, seu primeiro vôo ocorreu em 12 agosto de 1976. Será substituído pelo Aermacchi M-346. Com o sucesso alcançado pela MB-326, a Aermacchi desenvolveu uma aeronave atualizada para substituí-la. Porém, no mercado já existiam diversos modelos e o Aermacchi MB-339 não alcançou as vendas esperadas. Foram produzidas mais de 200 unidades, porém a maioria para a Força Aérea da Itália. O MB-339 é uma revisão e atualização do MB-326, uma aeronave de projeto simples e eficiente. O avião entrou em serviço operacional na Força Aérea da Itália em julho de 1978. O MB-339 participou da Guerra das Malvinas, empregado pela Marinha da Argentina. Foram usadas seis aeronaves, destas uma foi derrubada, uma caiu e três foram capturadas pelo inimigo. A partir da aeronave biposta de treinamento, a exemplo do MB-326, foi desenvolvida uma versão monoposta de ataque denominada MB-339K. Esta versão está equipada com dois canhões DEFA 553 e o turbojato Viper Mk 680, pode carregar até 1.900 kg em bombas. Este desenvolvimento levou a versão de ataque MB-339C, comprada pela Itália, Eritréia e Nova Zelândia. Esta versão participou dos conflitos entre a Eritréia e a Etiópia, realizando missões de ataque.
![]() O AMX International AMX, ou simplesmente AMX é um avião de ataque ar-superfície usado para missões de interdição, apoio aéreo aproximado e reconhecimento aéreo. Foi desenvolvido pelo consórcio internacional AMX Internacional.Na Força Aérea Brasileira, ele é designado A-1. Na Itália, ele tem o apelido de "Ghibli". O AMX é capaz de operar em altas velocidades subsônicas a baixa altitude, tanto de dia quanto de noite, e se necessário, a partir de bases pouco equipadas ou com pistas danificadas. O caça conta com relativamente baixa assinatura em infravermelho e reduzida secção frontal ao radar, para melhorar seu percentual de sucesso nas missões. A auto-defesa é proporcionada por mísseis ar-ar, canhões integrados e sistemas de contramedidas eletrônicas. DesenvolvimentoEm 1977, a Força Aérea Italiana efetuou um requerimento para um caça-bombardeiro para substituir seus Aeritalia G.91 e alguns de seus F-104 Starfighter. Em vez de competir entre si pelo contrato, a Aeritalia (agora Alenia Aeronautica) e a Aermacchi concordaram em fazer uma proposta conjunta, já que ambas as companhias estavam considerando o desenvolvimento de uma classe similar de aviões por alguns anos. Os trabalhos de desenvolvimento iniciaram em abril de 1978. Em 27 de março de 1981, o governo italiano e o governo do Brasil concluíram um acordo de requerimentos conjuntos para as aeronaves, e a Embraer foi convidada a se juntar ao programa em julho do mesmo ano. O primeiro protótipo voou em 15 de maio de 1984. Embora esse exemplar tenha sido perdido durante o seu quinto vôo (matando seu piloto), o programa de testes foi considerado razoavelmente tranqüilo. A produção em série foi iniciada na metade de 1986, com os primeiros exemplares entregues à Força Aérea Italiana e à Força Aérea Brasileira em 1989. Desde então, ao redor de 200 AMXs foram construídos. Os esquadrões italianos de AMX voaram 252 missões de combate sobre o Kosovo em 1999, como parte da Operação Allied Force, sem nenhuma aeronave perdida. Atualmente estuda-se uma possibilidade de um AMX-N, que seria de modernização de 8 dos AMX em operação do Brasil, para um padrão naval, que pudesse operar no Nae São Paulo, e que entraria na 4ª geração, possibilitando uma vasta troca de informações entre os R-99A, F-5BR, Mirage 2000, e ALX. Operadores
Características
Desempenho
Armamento
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